A campanha do candidato da extrema direita à Presidência da República representa um alerta para todos os brasileiros que valorizam a democracia, a soberania nacional e as conquistas sociais do nosso país.
O candidato não esconde sua intenção de fazer um governo ainda mais radical do que aquele conduzido por seu pai. Ao tomar Javier Milei como referência política, oferece sinais preocupantes sobre o modelo de país que pretende construir. Basta observar as orientações defendidas pelo presidente argentino para compreendermos os riscos de um projeto que privilegia o desmonte do Estado e a redução das políticas públicas.
O que estaria reservado ao Brasil sob um governo dessa natureza? A democracia poderia ser submetida a novas ameaças; nossa soberania nacional correria o risco de ficar subordinada aos interesses de Donald Trump; e as políticas de inclusão social, tão importantes para reduzir as desigualdades e garantir dignidade aos mais pobres, poderiam sofrer profundos retrocessos.
Não podemos permitir que o Brasil se transforme em um país dependente dos interesses de uma potência estrangeira, nem que os direitos conquistados pelo povo brasileiro sejam sacrificados em nome de um projeto radical de poder.
A eleição presidencial é, portanto, uma escolha entre projetos de país. Está em jogo o futuro da democracia, a independência nacional, a proteção dos trabalhadores e a continuidade das políticas que promovem justiça social e oportunidades para milhões de brasileiros.
Não podemos esperar que a tragédia se concretize para reconhecer os riscos que hoje se anunciam. É preciso agir enquanto temos a liberdade de escolher os nossos destinos pelas urnas.
Por isso, a nossa responsabilidade é clara: defender a democracia, preservar a soberania brasileira e impedir retrocessos sociais.
A única alternativa que defendemos para barrar esse projeto é votar em Lula, número 13!
Pela democracia, pela soberania nacional e por um Brasil mais justo para todos!
Lula 13: pela democracia e pelo futuro do Brasil!