Diariamente, taxistas e motoristas de transporte alternativo de Cajazeiras e Sousa enfrentam sol, riscos no trânsito e incertezas econômicas para garantir a mobilidade entre os municípios. Em entrevista ao programa Olho Vivo, da TV Diário do Sertão, os profissionais compartilharam os bastidores da profissão e fizeram um apelo por melhores condições.
Ezequiel Pereira, que atua há 26 anos no trecho intermunicipal, diz que a tarifa praticada é de R$ 30 por pessoa e que a prudência é a maior aliada na BR-230. Já Formiga Miranda, com 44 anos de estrada, relembra bons e maus momentos, como o dia em que foi assaltado.
A reportagem também flagrou o abandono do ponto de concentração dos motoristas em Cajazeiras, na antiga estação rodoviária. “Era pra gente ter um local aqui. A gente trabalha no sol. Procura sombra igual tatu”, desabafou Miranda. “Olhe para nós, porque a gente é batalhador”, pediu.