Mala e cuia

Atrás da liderança – O vereador Alysson Voz e Violão, depois de sua última presença na tribuna da Câmara Municipal e de fazer uma ferrenha defesa da prefeita Corrinha Delfino, deixou claro que sabe as razões do “rompimento” entre o ex-prefeito Zé Aldemir e a prefeita Corrinha. Fato sobre o qual Zé e Corrinha ainda não se manifestaram.

Atrás da liderança – Da mesma tribuna, o vereador disse estar muito feliz por estar ao lado da prefeita, em razão dos relevantes serviços que ela vem prestando a Cajazeiras, principalmente pelas obras que estão sendo executadas com recursos próprios. Houve uma forte reação a esse novo posicionamento de Alysson por parte do vereador Hualas Barroso, que foi muito claro ao dizer que não o aceita como líder do governo.

Atrás da liderança – Mas o que deixou muita gente “espantada” foi o final de sua fala, ao fazer duras críticas ao ex-prefeito Zé Aldemir: “Se Corrinha não disser a verdade sobre o afastamento dela de Zé, a real verdade, aqui desta tribuna ainda vou acabar dizendo”. O vereador revelou um fato que poucos mortais gostariam de saber. Isso significa o “grau de aproximação” entre ele e a prefeita, a ponto de conhecer realmente essa “história” que circula desde outubro de 2025.

Atrás da liderança – Alysson, devido às posições que tem assumido em defesa da prefeita Corrinha, foi acusado também pelos vereadores Helano Segundo e Lualas Barroso de provocar a discórdia no grupo da situação. O presidente Lindemberg e a prefeita Corrinha precisam jogar água nesse incêndio antes que seja tarde.

A verdade – O jornalismo pode não dizer tudo, seja por falta de apuração, seja por omissão decorrente de engajamento que nega ou esconde a verdade. Mas, sem o jornalismo, certamente se saberia muito menos. Portanto, o vereador Alysson fica devendo essa informação ao povo que o elegeu, já que os protagonistas não o fazem, principalmente se esse fato tiver potencial para prejudicar a cidade e a população.

Mala e cuia – Os vereadores Lamarque Barros e Alysson Voz e Violão, ao se mudarem para a base aliada da prefeita na Câmara Municipal, também teriam de apoiar o seu candidato a deputado estadual, no caso, o deputado Júnior Araújo. Restava saber se ambos também apoiariam o candidato a deputado federal apoiado por Corrinha Delfino.

Mala e cuia – Alysson e Lamarque, até o momento, continuam votando em Fábio Tyrone (PSB), e não no candidato da prefeita, Aguinaldo Ribeiro (PP). A prefeita, por mais de uma vez, teria dito que só aceitava os dois se viessem de “mala e cuia”, mas, até o momento, só veio a “cuia”, onde estariam colocadas todas as benesses oriundas do poder público municipal.

Mala e cuia – O fato é que a prefeita teria dado um aperto nos dois, igual àqueles que se dão nos caçuás cheios de panelas de barro transportadas por jumentos para as feiras de Cajazeiras. Mas os dois teriam gritado: “Quem nos salvará deste arrocho?” Santo Fábio Tyrone teria sido o salvador e levado a questão até o governador Lucas, candidato à reeleição, dizendo: “Se eu perder os dois vereadores de Cajazeiras, retiro meu apoio à sua candidatura em Sousa”.

Mala e cuia – Essa informação que circulou nos bastidores foi checada pela coluna junto a três fontes, que confirmaram que a prefeita Corrinha, por enquanto, deixaria tudo como está em nome da união do grupo que defende a candidatura de Lucas. É aquela máxima popular: “É melhor perder parte do boi do que o boi todo”.

Chico Mendes – O deputado estadual Chico Mendes (PSB), que completou idade nova no último dia 13 de junho, fez louvores e promessas a Santo Antônio para que o casamento dele com a cidade de Cajazeiras, da qual se diz noivo e filho adotivo, se realize agora em 2026 ou, no mais tardar, em 2028. Orou de joelhos aos pés de Santo Antônio, com um olho em São Francisco.

Prestígio – A deputada Dra. Paula e o ex-prefeito Zé Aldemir já teriam conseguido, junto ao Governo do Estado, a admissão de mais de duas dezenas de pessoas que teriam sido demitidas na avalanche política ocorrida na região de Cajazeiras e do Vale do Rio do Peixe.

Escória – Do filósofo biriteiro do Bar da Graxa: “Em política, aliado pode ser uma força ou um encosto. É preciso saber separar.” Depois de conversar com seus colegas de mesa, em uma animada análise dos fatos recentes da política de Cajazeiras, complementou: “Tem aliado recém-chegado que não merece a confiança de uma gata manhosa, que, quando menos se espera, arranha com suas afiadas garras e salta do colo de quem a acolheu.”

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