A Paraíba não pode andar para trás

A Paraíba precisa continuar olhando para o futuro. E, quando um governo apresenta resultados, promove avanços e melhora a vida das pessoas, a escolha pela continuidade não significa acomodação. Significa reconhecer o que deu certo e ter coragem para avançar ainda mais.

É nesse espírito que Lucas se apresenta ao povo paraibano. Jovem, mas com experiência adquirida ao lado do governador João Azevêdo, ele conhece por dentro as ações que transformaram a Paraíba nos últimos anos. Não chega para começar tudo de novo, como se nada tivesse sido feito. Chega para continuar, aperfeiçoar e ampliar aquilo que vem dando certo.

Será a continuidade com um novo rosto, uma nova energia e a mesma disposição de colocar a Paraíba no caminho do desenvolvimento. O que está em jogo não é apenas a escolha de um governador. É a decisão sobre qual projeto queremos para o futuro do nosso Estado.

No Senado, João Azevêdo será uma representação qualificada da Paraíba. Sua trajetória como governador já é conhecida pelos paraibanos e demonstra sua capacidade de trabalhar, dialogar e defender os interesses do Estado. Sua eleição ganha ainda maior importância porque o Brasil precisa de um Senado que não seja instrumento de sabotagem ao governo Lula, mas espaço de construção e defesa das políticas que beneficiam a maioria da população.

Ao lado de João, Nabor também terá uma missão importante: representar a Paraíba e contribuir para um projeto nacional comprometido com o desenvolvimento, a democracia e a justiça social.

E é justamente no plano nacional que a eleição de Lula assume uma dimensão ainda maior. Reeleger Lula significa garantir a continuidade de um projeto que defende a soberania brasileira, o Estado Democrático de Direito e políticas públicas voltadas para aqueles que mais precisam.

Não podemos esquecer o que está em disputa. Não se trata apenas de nomes ou partidos. Trata-se de escolher entre um Brasil que avança e um Brasil que pode voltar ao passado; entre a democracia e aqueles que já demonstraram não ter compromisso com ela; entre um projeto de inclusão social e outro que transforma o ódio, a intolerância e a mentira em instrumentos de disputa política.

Quanto às eleições proporcionais, comentarei em outra oportunidade. Mas, nos cargos majoritários, precisamos ter consciência da responsabilidade que estará sobre nossos ombros.
Não podemos entregar nosso voto ao retrocesso.

A Paraíba já demonstrou que sabe escolher o caminho do desenvolvimento. Agora, mais uma vez, precisará decidir se quer continuar avançando ou permitir que forças políticas comprometidas com o atraso voltem a comandar os destinos do Estado e do País.

O voto é o instrumento da democracia. E, desta vez, votar bem será também uma forma de defender o futuro.

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