A professora Maria Antonieta Cavalcante de Albuquerque, celebra neste dia 26 de setembro 80 anos de vida. Nasceu na cidade de Alexandria, Rio Grande do Norte, que já recebeu o nome de João Pessoa e Barriguda. Filha de Francisco das Chagas Cavalcante de Sousa e Letícia Costa de Sousa (in memorian) e Maria Teresinha Fernandes de Sousa.
Estudou na famosa Escola Doméstica de Natal e concluiu o colegial na cidade do Recife e fez vestibular para o Curso de História, na Universidade Católica de Pernambuco, aonde concluiu a Licenciatura Plena de História, no ano de 1970. Foi professora de História na cidade de Paulista, Pernambuco e em 1971, foi convidada pelo Padre Luís Gualberto de Andrade para lecionar na recém instalada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Cajazeiras, entidade mantida Fundação de Ensino Superior de Cajazeiras, cujo presidente era Dom Zacarias Rolim de Moura, bispo da Diocese de Cajazeiras.
Foi professora da FAFIC até o dia 31 de julho de 1979, quando no dia 1º de agosto de 1979, foi contratada como professora, pela Universidade Federal da Paraíba, para o Centro de Formação de Professores, lotada no Departamento de Ciências Sociais, no recém criado Campus V da UFPB, na cidade de Cajazeiras, que completou 47 anos de existência, se constituindo num dos principais alicerces do desenvolvimento educacional, econômico e social dos Sertões do Nordeste.
A professora Antoniêta, ao se tornar emérita, a Câmara Municipal de Cajazeiras, através do então vereador Ivanildo Dunga, lhe foi outorgado o Título de Cidadã Cajazeirense, ainda não recebido. Ao tempo que ministrava aulas na FAFIC, dava aulas também no Colégio Estadual de Cajazeiras, cujo contrato foi assinado pelo governador João Agripino Filho, ressaltando por ter sido a primeira professora a possuir a Licenciatura Plena em História a ministrar aulas na cidade de Cajazeiras.
Em 09 de junho de 1971, casou-se com seu colega de magistério, José Antonio de Albuquerque, oficiado pelo Juiz Dr. Rui Formiga Barros e auxiliado pelo escrivão Juraci Nobre Coelho, ato formalizado na residência do noivo, o comerciante Francisco Arcanjo de Albuquerque e sua esposa Leopoldina de Brito Albuquerque e no dia dez a cerimônia religiosa foi na cidade de Alexandria, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, celebrado pelo Padre Luis Gualberto de Andrade e coadjuvado pelo Padre Eurico Franck, com a presença de vários amigos de Cajazeiras. A recepção foi na residência dos pais da noiva, num clima de muita alegria.
Desta união, nasceram quatro filhos: Francisco Sávio, casado com Kassandra Marques,Sousense, que nos brindaram com três Netos: Davi, Miguel e Liz; José Antonio Filho, casado com a pernambucana Erika Marinho que nos deram dois netos: Sofia e Heitor; Letícia Teresa, casada com o Pernambuco Camilo Moutinho, que já têm três netos: Mateus, Camilo e Antonio e Arcanjo Neto, viúvo e sem filhos.
A nossa união proporcionou uma sólida amizade entre nossas duas famílias, comandadas por Arcanjo e Mãezinha,com nove filhos, Chico Emídio e Teresinha com oito filhos, que formaram uma verdadeira irmandade, principalmente depois que os netos começaram a aparecer: sendo 33 de um lado e 21 de outro, todos encaminhados na vida, através das oportunidades dadas pelos patriarcas, tendo a educação como base fundamental e com o principio que esta seria a maior herança que eles gostariam de deixar para os seus herdeiros.
Nas plagas potiguares/paraibanas, nesta data, quero desejar-lhe toda a felicidade do mundo, a você que é uma pessoa extraordinária, uma esposa magnífica, uma companheira que eu tenho orgulho, e que representa para mim: um amparo no cansaço, coragem no desanimo, sorrisos na alegria, alívio na angústia e paz em minha vida.
Nesta caminhada, desejo que você continue sendo a mãe dedicada, a avó coruja, a irmã presente e a esposa amorosa e com o coração pleno de perdão e com sua fé inabalável em Deus. Que suas permanentes orações protejam todos nós.